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Trinta e três anos. Este é o tempo médio de atuação das retíficas no Brasil. Um bom período para um negócio, não é mesmo? O dado foi obtido durante um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Retíficas (Conarem) para traçar o perfil desse tipo de negócio no país. O estudo teve a participação de cerca de 100 retíficas de 16 Estados.

 

Analisando os serviços prestados, todas as retíficas declararam que montam motores. "Um ponto fundamental, pois além de agregar qualidade ao conjunto, a retífica amplia e até dobra o faturamento do motor, resultando em maior lucro operacional?, comenta José Arnaldo Laguna, presidente do Conarem.

 

Um terço das empresas atua com injeção mecânica e eletrônica, 24% recuperam turbos compressores, 16% prestam serviços elétricos e 13% trabalham com freios e suspensão. Outro dado que mostra que as retíficas buscam agregar valor é que 72% delas participam da Rede União Nacional de Peças.

 

O estudo também revela que as empresas com gestão profissional apresentam uma diferença de mais de 33% entre o faturamento médio comparado com as retíficas familiares e de mais de 129% com as empresas de gestão individual.